terça-feira, 19 de julho de 2011

Design criativo

A partir de agora, pretendo iniciar alguns tópicos sobre marcenaria, um dos meus hobbies favoritos. Para começar, estou postando este link que achei interessantíssimo, tanto pela criatividade do design, como pelo trabalho de engenharia e execução envolvidos:



Gostei muito deste outro vídeo também. Nele, o marceneiro decide dar um presente muito especial para sua esposa no seu aniversário de casamento. Porém, ele deseja fazê-lo a partir de madeira de demolição, e sem usar ferramentas modernas, movidas a eletricidade, somente com ferramentas manuais. Veja o resultado:

domingo, 10 de julho de 2011

Trailers 2011

Trailers dos próximos filmes que pretendo assistir em 2011:






sábado, 9 de julho de 2011

Meu bookmark

Hoje vou começar a postar aqui os meus links mais utilizados. Com o tempo espero completar a lista aos poucos...


English learning
Site para quem quer aprender inglês pela Internet
http://www.englishexperts.com.br/              
Um eficiente tradutor multi idiomas em tempo real
http://tradukka.com/                                   
Dicionário de inglês/inglês
http://dictionary.reference.com/                   

Downloads

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Mais do que simplesmente fotos



Um jeito diferente de conhecer o estado americano de Utah. As paisagens são belíssimas, e as fotos são em 360 graus.
É só manter o botão do mouse pressionado e arrastar para qualquer direção, é quase como estar lá...

terça-feira, 5 de julho de 2011

Baletaci

Um momento verdadeiramente mágico, de pura arte e talento.
Mas não é só isso. Tentem imaginar o grau de dedicação e disciplina destas crianças e de seus pais para atingir tal grau de perfeição. Uma verdadeira inspiração para nós!

domingo, 3 de julho de 2011

Síndrome de Desordem da Atenção Deficitária na Idade Avançada


Para quem não sabe o que é, explico como são os sintomas:

Outro dia decidi lavar o carro; peguei as chaves e fui em direção à garagem, quando notei que tinha correspondência em cima da mesa.

OK, vou lavar o carro, mas antes vou dar uma olhadinha na correspondência, pois pode ter alguma coisa urgente.

Ponho as chaves do carro na escrivaninha ao lado e, olhando a correspondência, vejo que tem algumas contas para pagar e muita propaganda inútil, e por isso decido jogá-las fora (as propagandas), mas vejo que o cesto de lixo está cheo.

Então lá vou eu esvaziá-lo. Coloco as contas sobre a escrivaninha, mas lembro-me que há um banco eletrônico perto de casa e vou primeiro pagar as contas.

Coloco o cesto de lixo no chão, pego as contas e vou em direção à porta.

Onde está o cartão do banco? Ah! No bolso do casaco que vesti ontem...

Ao passar pela mesa de jantar, olho para uma cerveja que estava bebendo.   Vou buscar o cartão, mas antes vou guardar a cerveja na geladeira.

Vou em direção à cozinha quando noto que a planta no vaso parece murcha, é melhor por água antes.

Coloco a cerveja na mesa da cozinha, quando... Ah! Achei os meus óculos! Estava à procura deles há horas! É melhor guardá-los, já!

Pego num jarro, encho-o de água e vou em direção ao vaso

Deixaram o controle remoto da televisão aqui em cima! À noite quando quisermos ligar a TV, ninguém vai se lembrar de procurar na cozinha. É melhor levá-lo já para a sala. Mas...

Ponho os óculos sobre a mesa e pego no controle remoto.

Coloco a água na planta, mas caiu um pouco no chão. Deixo o controle remoto no sofá e vou buscar um pano.

Vou andando pelo corredor e penso que precisava trocar a moldura deste quadro.

Estou andando e já não sei o que é que ia fazer!!!

Ah!  Os óculos... Depois! Primeiro o pano. Pego nele.

Vou  em direção ao vaso, mas vejo o cesto de lixo cheio.

Final do dia: o carro continua por lavar, as contas não foram pagas, a cerveja ainda está lá, quente, a planta levou só metade da água, não sei do cartão do banco, nem onde estão as chaves do carro!

Quando  tento entender porque é que não fiz nada hoje, fico atônito, pois estive ocupado o dia inteiro!

Percebo que isto é uma coisa muito séria e que tenho que ir ao médico, mas antes, acho que vou ver o resto da correspondência...

Divulguem esta mensagem para todos os conhecidos, pois eu não me lembro para quem enviei!!!

Mas não mandem outra vez para mim, pois posso enviá-la novamente para você...

25 maneiras de usar um cachecol

Este vídeo mostra 25 maneiras diferentes de usar um cachecol ou echarpe, em 5 minutos. E no final, ainda dá para clicar em um modelo para acessar um tutorial mais detalhado. Uma coisa legal é o observar o visual em forma de mosaico. Enviado pela minha tia Maria, de Rolândia.

FELICIDADE REALISTA (Mario Quintana)



A princípio bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos. Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis.

Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas.

E quanto ao amor? Ah, o amor... não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo.

Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar a luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito. É o que dá ver tanta televisão...

Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista. Ter um parceiro constante pode ou não, ser sinônimo de felicidade. Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio.


Dinheiro é uma benção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado. E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade.

Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno.

Olhe para o relógio: hora de acordar! É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz, mas sem exigir-se desumanamente. A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio jogo. Faça o que for necessário para ser feliz.

Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade. Ela transmite paz e não sentimentos fortes, que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração. Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade.

domingo, 5 de junho de 2011

TRADUTOR MULTILÍNGUE EM TEMPO REAL

Enquanto você escreve no campo da esquerda, o tradutor vai traduzindo automaticamente em tempo real no campo da direita. Já testei e quebra um galhão, funciona em vários idiomas.
Obrigado à minha amiga Lumi, de Guaíra, por enviar o link!

http://bit.ly/jUnv9b

domingo, 8 de maio de 2011

O MUNDO NÃO É MATERNAL...

Neste dia das mães tomo emprestado este belo texto de Martha Medeiros para prestar minha homenagem.
Enviado pela minha Tia Maria, de Rolândia. Parabéns a todas as mães!

"É bom ter mãe quando se é criança, e também quando se é adulto. Quando se é adolescente a gente pensa que viveria melhor sem ela, mas é erro de cálculo. Mãe é bom em qualquer idade. Sem ela, ficamos órfãos de tudo, já que o mundo lá fora não é nem um pouco maternal conosco.

O mundo não se importa se estamos desagasalhados e passamos fome. Não liga se virarmos a noite na rua, não dá a mínima se estamos acompanhados por maus elementos. O mundo quer defender o seu, não o nosso.

O mundo quer que a gente fique horas no telefone, torrando dinheiro. Quer que a gente case logo e compre um apartamento que vai nos deixar endividados por vinte anos. O mundo quer que a gente ande na moda, que a gente troque de carro, que a gente tenha boa aparência e estoure o cartão de crédito. Mãe também quer que a gente tenha boa aparência, mas está mais preocupada com o nosso banho, com os nossos dentes e nossos ouvidos, com a nossa limpeza interna: não quer que a gente se drogue, que a gente fume, que a gente beba.

O mundo nos olha superficialmente. Não consegue enxergar através. Não detecta nossa tristeza, nosso queixo que treme, nosso abatimento. O mundo quer que sejamos lindos, sarados e vitoriosos para enfeitar a ele próprio, como se fôssemos objetos de decoração do planeta. O mundo não tira nossa febre, não penteia nosso cabelo, não oferece um pedaço de bolo feito em casa.

O mundo quer nosso voto, mas não quer atender nossas necessidades. O mundo, quando não concorda com a gente, nos pune, nos rotula, nos exclui. O mundo não tem doçura, não tem paciência, não pára para nos ouvir. O mundo pergunta quantos eletrodomésticos temos em casa e qual é o nosso grau de instrução, mas não sabe nada dos nossos medos de infância, das nossas notas no colégio, de como foi duro arranjar o primeiro emprego. Para o mundo, quem menos corre, voa.

Quem não se comunica se trumbica. Quem com ferro fere com ferro será ferido. O mundo não quer saber de indivíduos, e sim, de slogans e estatísticas.

Mãe é de outro mundo. É emocionalmente incorreta, exclusivista, parcial, metida, brigona, insistente, dramática, chega a ser até corruptível se oferecermos em troca alguma atenção. Sofre no lugar da gente, se preocupa com detalhes e tenta adivinhar todas as nossas vontades, enquanto o mundo propriamente dito exige eficiência máxima, seleciona os mais bem-dotados e cobra caro pelo seu tempo. Mãe é de graça."

Martha Medeiros

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Arte na areia por Kseniya Simonova

Kseniya Simonova foi a vencedora da edição Ucraniana do Got Talent-Tens Talento), fez uma animação da invasão da Alemanha na Ucrânia durante a Segunda Guerra Mundial, tendo usado os dedos e uma superfície com areia.
Trouxe lágrimas aos olhos de juízes e do público.
Foram 8 minutos maravilhosos que demonstraram um talento especial e trouxeram, através da arte, a memória viva de uma guerra que marcou várias gerações.
Agradeço ao meu amigo Batista, que me enviou o link!


quinta-feira, 5 de maio de 2011

TURISMO VIRTUAL (e de graça)

Conheci hoje este site muito legal. Ele mostra inúmeros locais turísticos do mundo todo, trazendo fotos e informações. Ótimo para um passeio virtual e para decidir o destino da sua próxima viagem.
Obrigado ao meu amigo Jarbas, que me enviou o link!
http://www.viagensimagens.com/

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Our Kindergarten Teacher

Sem querer topei com esta apresentação de cinco crianças coreanas tocando seus enormes violões em perfeita sincronia. Absolutamente fantástico.

domingo, 13 de março de 2011

A semente de sucupira

Na entrevista de Juca de Oliveira no programa de Jô Soares, o ator conta sobre as propriedades curativas do chá de sucupira.



A Unicamp também comprovou os benefícios da sucupira contra o câncer, artrite, artrose, dores e inflamações.

O segredo da água de Nova Iorque

Matéria exibida no Globro Rural em 07/02/2009.
Interessantíssima, é uma experiência consolidada, que já inspirou projetos em vários pontos do mundo, inclusive o de Extrema, em Minas Gerais. Veja como funciona.











Nova York é dura na queda. Estremeceu com o ataque às torres gêmeas em 2001, se corrói com problemas crônicos de lixo, desemprego, violência e intermináveis engarrafamentos de trânsito, foi varrida pelo vendaval financeiro de 2008, mas a cidade mantém de pé o seu charme, a sua fama. É o lugar mais procurado pelos turistas. São 40 milhões de visitantes por ano.


Entre os inúmeros encantos que fazem a fama de Nova York pouca gente sabe de uma das coisas mais preciosas que a cidade tem. É a excelente qualidade da água. Graças a uma bem bolada parceria com fazendeiros e proprietários de terra, Nova York ainda não tem estação de tratamento, só de filtragem. As pessoas bebem água pura da montanha e direto da torneira.


Pra ver de onde vem, onde brota essa água lendária, nós deixamos a cidade de Nova York rumo ao interior do estado. Saímos do nível do mar e subimos cerca de 200 quilômetros , como se fôssemos para o Canadá. No meio do caminho, a 1,2 mil metros de altitude, ficam as montanhas de Catskill.


As montanhas de Catskill não estão entre as mais conhecidas dos Estados Unidos como as dos Apalaches, montanhas rochosas, mas ali fica uma cidade fundada há mais de 200 anos, uma cidade pequena e que ficou famosa no mundo inteiro em 1969 pelo que aconteceu ali.


Na música, no comportamento dos jovens representou uma revolução, o festival de Woodstock. Foi o auge do movimento hippie. Mais de 400 mil jovens se reuniram ali para


Quem se ofereceu para nos apresentar os fazendeiros parceiros da cidade de Nova York é o engenheiro florestal Tom O’Brien, diretor executivo da Wac, Watershed Agricultural Council.
“Prazer em conhecê-lo”, diz ele.
“O prazer é meu”, diz o repórter.
“Sejam bem-vindos”, diz ele.

Ele é diretor executivo de uma coisa que não existe no Brasil. Não é uma ONG, organização não governamental, não é uma cooperativa, uma associação, é um conselho formado por proprietários rurais que já investiu mais de 100 milhões de dólares em benfeitorias nas fazendas de Catskill.


“São muitas as benfeitorias. São várias práticas de manejo. É um programa amplo que, ao mesmo tempo, preserva a água e melhora o desempenho da fazenda. Mas, venha comigo no meu carro pra você ver na prática o que estamos fazendo”, diz ele.
Nossa primeira visita é ao mister Steve Reed que tem 60 hectares , dois terços de mata. No pasto, agora, cria um gadinho de corte vende lenha, mas a renda com que conta mesmo vem de duas fontes: pela reserva florestal, todo ano recebe da prefeitura de Nova York, cerca R$ 10 mil.
“Ah! Sem esse dinheiro do programa, não sei o que faria para pagar meus impostos”, diz ele.
A outra fonte de renda vem do bosque para onde mister Steve Reed nos leva. É uma árvore nativa da região.

O nome da árvore é maple, mais conhecido entre nós como árvore do Canadá, com a folha de três pontas. Assim como da folha da seringueira se faz látex, desta árvore se faz o xarope mais consumido nos Estados Unidos. É uma árvore que dá açúcar.
O filho de Steve Reed, Scott, conta que fazem uns furos no tronco. Enfiam neles umas chupetas e, por gravidade ou bomba a vácuo, aspiram a seiva. Ela segue por uma fiação até as caldeiras. Fervida, como a garapa pra fazer melado de cana, a seiva se transforma no delicioso xarope de Maple, aquele melzinho que em filme a gente vê o americano pondo nas panquecas do café da manhã.

“Esta árvore é o esteio da renda de muitas famílias nesta parte dos Estados Unidos e do Canadá. O programa de conservação paga engenheiros florestais para orientar o produtor a tirar mais proveito do bosque. Antes da assistência técnica, porém, resolvemos os problemas de poluição de água que existem na propriedade.”, diz Tom O’Brien.


A fazenda do mister Steve Reeds fica na cabeceira de um rio chamada de Dellaware que mais abaixo dá nome a um estado americano. Fica a 200 quilômetros da cidade de Nova York. Lá milhares de pessoas bebem do ribeirão que passa em frente da casa dele.


Para garantir a qualidade da água, a prefeitura de Nova York pagou pra ele um novo sistema de captação de esgoto e que custou o equivalente a R$ 50 mil, investimento que ele não poderia bancar sozinho.


“Nem em sonho eu conseguiria fazer o que construíram aqui. Essa tampa que você vê aí é de uma caixa de concreto subterrânea. É um pequeno tanque de captação tanto da água de pia e chuveiro como das privadas. Daqui, o esgoto é canalizado. A tubulação passa sobre o córrego. Vai para esta outra caixa maior. E de determinado ponto ela é bombeada para o alto do terreno.”, conta Steve Reeds.


Não se vê nada, pois está tudo enterrado, mas de um determinado ponto, o esgoto é alçado cem metros acima e, só então, é feito a descarga. Nessa distância, a sujeira é filtrada pelo solo de modo que estará limpa quando cair no lençol e chegar ao córrego.
“A minha antiga fossa fica na beira do córrego. Infiltrava de um jeito que não podia imaginar.”, diz Steve Reeds.
“Quantas sistemas de esgoto como este foram construídos nas fazendas daqui?”, pergunta o repórter.
“Muitos. Mais de 300.”, conta Tom O’Brien.


Nas montanhas de Catskill, a extração de nativas é uma tradição de mais de 300 anos. Quase toda propriedade faz manejo florestal.
Tom O´Brien nos levou a uma das maiores, que pertence Associação Cristã de Moços e tem 2,5 mil hectares.


Os recantos mais bonitos são abertos para o eco-turismo. No resto, é exploração de madeira.
No momento em que chegamos, está saindo uma carreta de toras para o Canadá. Até a ponte é emprestada pelo programa que a cidade de Nova York banca.
“A gente chama de ponte temporária. Temos de vários modelos e tamanhos. O contato das rodas e os resíduos de combustível contaminam a água. Nova York não quer isso. Então, fazemos o rodízio das pontes”, diz O’Brien.

domingo, 6 de março de 2011

SER CHIQUE

Glória Kalil

Nunca o termo "chique" foi tão usado para qualificar pessoas como nos dias de hoje.

A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão à venda. Elegância é uma delas.

Assim, para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa ou closet recheado de grifes famosas e importadas. Muito mais que um belo carro Italiano.

O que faz uma pessoa chique, não é o que essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta perante a vida.

Chique mesmo é quem fala baixo.

Quem não procura chamar atenção com suas risadas muito altas, nem por seus imensos decotes e nem precisa contar vantagens, mesmo quando estas são verdadeiras.

Chique é atrair, mesmo sem querer, todos os olhares, porque se tem brilho próprio.

Chique mesmo é ser discreto, não fazer perguntas ou insinuações inoportunas, nem procurar saber o que não é da sua conta.

Chique mesmo é parar na faixa de pedestre.

É evitar se deixar levar pela mania nacional de jogar lixo na rua.

Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que estão no elevador.

É lembrar do aniversário dos amigos.

Chique mesmo é não se exceder jamais!
Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir.

Chique mesmo é olhar nos olhos do seu interlocutor.

É "desligar o radar" quando estiverem sentados à mesa do restaurante, e prestar verdadeira atenção à sua companhia.

Chique mesmo é honrar a sua palavra, ser grato a quem o ajuda, correto com quem você se relaciona e honesto nos seus negócios.

Chique mesmo é não fazer a menor questão de aparecer, ainda que você seja o homenageado da noite!

Mas para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo, de se lembrar sempre de o quão breve é a vida e de que, ao final e ao cabo, vamos todos retornar ao mesmo lugar, na mesma forma de energia.

Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice as pessoas interessantes com quem se encontrar e não aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não te faça bem.

Lembre-se: o diabo parece chique, mas o inferno não tem qualquer glamour!

Porque, no final das contas, chique mesmo é ser feliz!

Investir em conhecimento pode nos tornar sábios... mas amor e fé nos tornam humanos!